Era uma daquelas séries tipo "Ally McBeal" às quais nunca achei piadinha nenhuma, nem conteúdo interessante.
Talvez me faltasse idade para compreender a essência. Porque agora revisitei a série que via ocasionalmente e às escondidas porque não era própria para a minha idade.
E amei.
Não é pelo sexo, pelos palavrões, nem pelo estilo de vida way too fairy-tale-like. Mas sim por isto.
Pela amizade.
Para mim, aquilo que melhor define esta série é isto mesmo: a amizade irrevogável de quatro pessoas. E isto eu sempre quis ter...
Talvez este tipo de amizade seja também um tanto ou quanto fantasiosa. Nem sempre é possível estar disponível 24h para as amigas.
Mas é tão bom saber que, por muito que o tempo passe, ou que a distância entre nós aumente, sempre que estamos juntas, as quatro, somos assim... Uma Carrie, uma Samantha, uma Miranda e uma Charlotte. Nem sempre nos mesmos papéis. Mas sempre com o mesmo espírito, sabendo que por muitas amizades novas que se ganhem ao longo do caminho, por muito que as nossas vidas mudem e se desencontrem, vamos sempre encontrar-nos de novo, num café qualquer, talvez a "raptar" uma de nós de uma qualquer reunião, para falarmos do que nos vai na alma.
E eu aqui, tão longe, sinto-me muitas vezes como a Carrie, aqui. A olhar para uma janela qualquer e morrer de saudades de quando éramos nós, as quatro, assim...
I realize how much I miss us girls!
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
terça-feira, 13 de agosto de 2013
♥ Baby Love ♥ há 22 meses
Ao olhar para este título congelei um bocadinho.
Pensei que será das últimas vezes em que poderei dizer "a minha filha tem x meses".
Meses.
Passaram-se os meses e agora contar-se-ão os anos.
Anos em que te quero sempre aqui, próxima de mim. Como estiveste durante estes meses.
Anos de ... saber ser Tua mãe. Fazer algo errado e pedir desculpa. Gargalhar muito. Brincar contigo deitada no chão. Lermos juntas. Andarmos de mão dada na rua. Ter-te aninhada ao meu lado na cama. Ouvir dizer-te "amo-te muito mamã", como fazes, mas sabendo o que dizes. Viajarmos e conhecermos outras culturas juntas. Vermos os programas todos da National Georhaphic sobre animais. Levar-te ao teu primeiro dia de escola. Ajudar-te a pintar, a conhecer as cores. Sermos as melhores amigas.
Anos de amar-te muito hoje, amanhã mais e depois de amanhã mais ainda!
Pensei que será das últimas vezes em que poderei dizer "a minha filha tem x meses".
Meses.
Passaram-se os meses e agora contar-se-ão os anos.
Anos em que te quero sempre aqui, próxima de mim. Como estiveste durante estes meses.
Anos de ... saber ser Tua mãe. Fazer algo errado e pedir desculpa. Gargalhar muito. Brincar contigo deitada no chão. Lermos juntas. Andarmos de mão dada na rua. Ter-te aninhada ao meu lado na cama. Ouvir dizer-te "amo-te muito mamã", como fazes, mas sabendo o que dizes. Viajarmos e conhecermos outras culturas juntas. Vermos os programas todos da National Georhaphic sobre animais. Levar-te ao teu primeiro dia de escola. Ajudar-te a pintar, a conhecer as cores. Sermos as melhores amigas.
Anos de amar-te muito hoje, amanhã mais e depois de amanhã mais ainda!
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| And you inside mine... ♥ Forever ♥ |
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Comentários que (poderiam) virar posts
Este não foi um comentário, mas podia ter sido.
No entanto, eu sou daquelas pessoas que acha que "se não tens nada de bom a dizer, cala-te" é uma boa máxima para convivermos pacificamente com todos. E, sendo assim, não comento.
Mas não quer dizer que não tenha opinião e que não queria pô-la cá para fora de alguma maneira...
É que já há algum tempo que sigo alguém na blogosfera que inicialmente me parecia apenas uma pessoa de bem com a vida, sortuda em muitos aspectos, com um bom sentido "fashion", uma "lufada de ar fresco".
Mas esses tempos já lá vão.
Não sei se é a vontade de afirmação das pessoas, ou a vontade de ter mais visualizações, mas não gosto quando se assumem posições demarcadamente polémicas só para terem daqueles comentários menos agradáveis e poderem ter ali mais uns quantos minutos de fama. Não gosto, faz-me comichão.
E também não gosto desta necessidade bruta de auto-apreciação... De postar outfits só para ouvir os comentários fofinhos e agradáveis e atacar as pessoas que "não gostam da cor" ou "e giro em ti, mas não funciona em mim". Ou de se apresentar sempre como a pessoa mais sortuda, a quem a vida melhor corre, que não tem problemas e que olha sempre para o melhor das coisas (nisto, concordo que temos, devemos mesmo, tentar olhar para o melhor da vida, sentirmo-nos bem com o que temos e viver apaixonadamente, hoje). Mas isto não é sempre assim. Nem sempre este é o caso, e não me parece real uma vida assim...
E para quê ler blogues se eles não são um bocadinho reais? Se são para apresentar uma vida fantasiada, de novelas, então ligamos a televisão...
Eu (e isto é apenas a MINHA visão das coisas) gosto de sentir empatia pela pessoa do outro lado, que está ali uma pessoa verdadeira, real, com medos e sofrimentos. Que está disposta a receber e lidar com tudo nesta vida, o bom e o mau.
E que sabe ouvir os comentários menos agradáveis (não os que são insultuosos), aqueles comentários que não fazem cócegas nos ouvidos, mas que também não maltratam.
Não gosto quando alguém se expõe e depois é tão mordaz (e maltrata até, juntamente com o seu rol de seguidoras aficionadas) as pessoas que têm apenas uma visão diferente.
Afinal isto não é saber viver em conjunto, abraçando pessoas diferentes e ideias diferentes, é exterminar toda e qualquer voz que se erga contra nós.
E o tempo das ditaduras já lá vai...
(Sim, sim, eu sei. Tenho bom remédio. E remediado está! ;))
No entanto, eu sou daquelas pessoas que acha que "se não tens nada de bom a dizer, cala-te" é uma boa máxima para convivermos pacificamente com todos. E, sendo assim, não comento.
Mas não quer dizer que não tenha opinião e que não queria pô-la cá para fora de alguma maneira...
É que já há algum tempo que sigo alguém na blogosfera que inicialmente me parecia apenas uma pessoa de bem com a vida, sortuda em muitos aspectos, com um bom sentido "fashion", uma "lufada de ar fresco".
Mas esses tempos já lá vão.
Não sei se é a vontade de afirmação das pessoas, ou a vontade de ter mais visualizações, mas não gosto quando se assumem posições demarcadamente polémicas só para terem daqueles comentários menos agradáveis e poderem ter ali mais uns quantos minutos de fama. Não gosto, faz-me comichão.
E também não gosto desta necessidade bruta de auto-apreciação... De postar outfits só para ouvir os comentários fofinhos e agradáveis e atacar as pessoas que "não gostam da cor" ou "e giro em ti, mas não funciona em mim". Ou de se apresentar sempre como a pessoa mais sortuda, a quem a vida melhor corre, que não tem problemas e que olha sempre para o melhor das coisas (nisto, concordo que temos, devemos mesmo, tentar olhar para o melhor da vida, sentirmo-nos bem com o que temos e viver apaixonadamente, hoje). Mas isto não é sempre assim. Nem sempre este é o caso, e não me parece real uma vida assim...
E para quê ler blogues se eles não são um bocadinho reais? Se são para apresentar uma vida fantasiada, de novelas, então ligamos a televisão...
Eu (e isto é apenas a MINHA visão das coisas) gosto de sentir empatia pela pessoa do outro lado, que está ali uma pessoa verdadeira, real, com medos e sofrimentos. Que está disposta a receber e lidar com tudo nesta vida, o bom e o mau.
E que sabe ouvir os comentários menos agradáveis (não os que são insultuosos), aqueles comentários que não fazem cócegas nos ouvidos, mas que também não maltratam.
Não gosto quando alguém se expõe e depois é tão mordaz (e maltrata até, juntamente com o seu rol de seguidoras aficionadas) as pessoas que têm apenas uma visão diferente.
Afinal isto não é saber viver em conjunto, abraçando pessoas diferentes e ideias diferentes, é exterminar toda e qualquer voz que se erga contra nós.
E o tempo das ditaduras já lá vai...
(Sim, sim, eu sei. Tenho bom remédio. E remediado está! ;))
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Job interview - update
Still got it! ;)
Se o trabalho não obrigasse a que se fale Holandês e Francês, já que a tradução dos manuais seria dessas línguas para Inglês, vinha de lá com o contrato na mão.
Ainda assim, propus-me a fazer os testes. Dois textos, um em Holandês, outro em Francês, traduzidos para Inglês (com a ajuda do gtranslate) e um documento de 13 páginas editado e corrigido. Tudo em 1h30.
Estou satisfeita.
Sabe tão bem ouvir: "it's a pity!!! It's really a pity... Personality-wise, you are hired!"
My rate continues the same! ;)
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Job interview
às 14h30.
hoje.
a primeira desde que vim para cá.
a primeira desde que fui mãe.
será que ainda sou a mesma "arrasa entrevistas", com uma taxa de sucesso de 100%?
duas palavras: me-do.
mas podia ser pior.
hoje.
a primeira desde que vim para cá.
a primeira desde que fui mãe.
será que ainda sou a mesma "arrasa entrevistas", com uma taxa de sucesso de 100%?
duas palavras: me-do.
mas podia ser pior.
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
chegou, chegou, chegou!!!
Ao trabalho dele, ainda...
Não às minhas mãos!!! Mas estou desejosa de lhe pôr "a vista em cima". ;)
Weird people
Se tentassem entrassem na casa de banho feminina do vosso local de trabalho, vissem a porta barrada por um rabo gigante apontado na vossa direcção, uma mulher a apanhar sabe-se-lá o quê do chão (cenoura!?), tooodaaaa suadinha, a fazer ruídos estranhos como se tivesse a ter um ataque de asma, qual seria voss reação!?
A minha foi pedir desculpa para entrar (umas quantas vezes, porque o rabo parecia fazer interferência com o som!!!) e perguntar: "Está tudo bem?"
Acreditam que a alminha de Deus foi capaz de ficar indignada!? Passou-se o seguinte diálogo.
Mulher do rabo: "Sim, claro. Porquê?"
Eu: "Parecia que não se estava a sentir mal..."
Mulher do rabo: "NÃO SEI PORQUE FAZ ESSE COMENTÁRIO! ESTOU PERFEITAMENTE BEM!
Nota-se, pela quantidade de água que estava a destilar das costas, axilas e afins e pelo cheiro que deixou na casa-de-banho que me fez o xixi envergonhar-se e fazer marcha atrás.
E a estranha, no meio disto tudo, fui EU.
Ok.
A minha foi pedir desculpa para entrar (umas quantas vezes, porque o rabo parecia fazer interferência com o som!!!) e perguntar: "Está tudo bem?"
Acreditam que a alminha de Deus foi capaz de ficar indignada!? Passou-se o seguinte diálogo.
Mulher do rabo: "Sim, claro. Porquê?"
Eu: "Parecia que não se estava a sentir mal..."
Mulher do rabo: "NÃO SEI PORQUE FAZ ESSE COMENTÁRIO! ESTOU PERFEITAMENTE BEM!
Nota-se, pela quantidade de água que estava a destilar das costas, axilas e afins e pelo cheiro que deixou na casa-de-banho que me fez o xixi envergonhar-se e fazer marcha atrás.
E a estranha, no meio disto tudo, fui EU.
Ok.
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