quinta-feira, 11 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
I am so screwed...
Exercícios e afins...
Média dos dois primeiros testes - verbal (em Inglês, quando na realidade será em Português) e abstracto: 70%
Teste de Inglês: 75%
Teste de Alemão: 8% e sim, eu sei que isto é matematicamente quase impossível...
Só me apetece dizer asneiras!!!
E o exame é já....
Amanhã....
Média dos dois primeiros testes - verbal (em Inglês, quando na realidade será em Português) e abstracto: 70%
Teste de Inglês: 75%
Teste de Alemão: 8% e sim, eu sei que isto é matematicamente quase impossível...
Só me apetece dizer asneiras!!!
E o exame é já....
Amanhã....
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Coisas que me tiram do sério, #2
Lojas que fecham às 18h30.
E lojistas que às 18h20 já não deixam ninguém entrar!
Porcaria de país...
E lojistas que às 18h20 já não deixam ninguém entrar!
Porcaria de país...
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Coisas de mulher #1
Aproveitei a hora de almoço e fui às compras.

É o tira e veste, o calor dentro dos provadores, a quantidade de pessoas, o tempo que se anda em pé. É chato.
Gosto efectivamente de ter as coisas novas no cabine e de as usar. Mas se houvesse uma maneira virtual de experimentar a roupa, as compras online seriam a minha predilecção.
Mas estava mesmo a precisar de renovar o guarda-roupa de Inverno! Estes kilinhos a mais, as novas formas "pós-mamã" aliados ao Inverno rigoroso (a que não estávamos habituados - e este é o primeiro Inverno em que saio mesmo de casa para trabalhar, já que o anterior foi passado dentro de quarto paredes com uma baby M.) fizeram com que as minhas roupas parecessem as duma miuda de 20 anos na universidade. Efectivamente eram.
Estou contente com os achados. Fiz boas compras. Mas tencionava gastar x e gastei y, sendo que y é o dobro de x!
Não comprei uma única peça para a M. (já sabia que se entrasse sequer na secção infantil, y seria o triplo de x, vai daí não me cheguei nem perto!).
Mal por ter gasto mais do que devia em mim e não neles (M e M).
Quem disse que ir às compras faz bem? Nada disso!
Sinceramente, gosto de ir ver montras mas não gosto de ir às compras regularmente.
E agora sinto-me mal.
Mal por ter gasto mais do que devia.
Vestir os trapinhos novos, isso é que faz bem! ;-)
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Sustos de mãe
Ainda não sei lidar muito bem com as consequências desta nova fase e nova independência conquistada pela M. Acho que qualquer dia as arritmias passam a ataque cardíaco.
Ontem foi dia de mais uma arritmia.
É óbvio que já ninguém a pára e só o pai e eu somos insuficientes para travar esta miúda! Durante as férias ela foi dando várias quedas... Duas delas mais "graves", que deixaram umas marcas (uma em cada bochecha). Mas não fiquei tão aflita como ontem...
Eu estava sentada numa cadeira, o pai ao meu lado sentado noutra. E a M., claro, queria passar por nós para fugir "para o outro lado". Então coloquei o meu pé a fazer de barreira (tinhamos mais uma fila de cadeiras à frente).
Não é que a miúda pendura-se na minha perna, dá balanço com os pés e atira-se para a frente!? Escusado será dizer que deu uma cambalhota e foi cair de cabeça...
O pior é que caiu mal, com o pescoço torto... OMG... só de me lembrar já me vêm lágrimas aos olhos... Que aflição. Ela chorou, mas eu ainda chorei mais...Só de pensar que em dois míseros segundos a nossa vida podia ter ficado arruinada... Meu Deus, se algo lhe acontece e ainda por cima culpa minha... Não saberia viver com essa culpa! Acho que nenhuma mãe saberia...
Ela ficou e está bem... Acho que eu acabei por assustá-la mais do que a própria dor da queda... Aliás, agora tenho vindo a notar que se ela cair enquanto eu estou por perto, chora. Se estiver sozinha ou com o pai, não chora... Já a traumatizei! Ou mimei.
De resto, tem andado a fazer um gesto esquisito com a mão direita...
Como se quisesse agarrar as coisas imaginárias.
Abre e fecha a mão vezes sem conta... É estranho.
Tentei apalpar o bracinho e ver se lhe dói, mas não se queixa. Também não tem dificuldades em agarrar o que seja com essa mão. E não está inchada, não tem nada... Será um vício?! Weird... And worrying.
See you soon,
Mi♥
Ontem foi dia de mais uma arritmia.
É óbvio que já ninguém a pára e só o pai e eu somos insuficientes para travar esta miúda! Durante as férias ela foi dando várias quedas... Duas delas mais "graves", que deixaram umas marcas (uma em cada bochecha). Mas não fiquei tão aflita como ontem...
Eu estava sentada numa cadeira, o pai ao meu lado sentado noutra. E a M., claro, queria passar por nós para fugir "para o outro lado". Então coloquei o meu pé a fazer de barreira (tinhamos mais uma fila de cadeiras à frente).
Não é que a miúda pendura-se na minha perna, dá balanço com os pés e atira-se para a frente!? Escusado será dizer que deu uma cambalhota e foi cair de cabeça...
O pior é que caiu mal, com o pescoço torto... OMG... só de me lembrar já me vêm lágrimas aos olhos... Que aflição. Ela chorou, mas eu ainda chorei mais...Só de pensar que em dois míseros segundos a nossa vida podia ter ficado arruinada... Meu Deus, se algo lhe acontece e ainda por cima culpa minha... Não saberia viver com essa culpa! Acho que nenhuma mãe saberia...
Ela ficou e está bem... Acho que eu acabei por assustá-la mais do que a própria dor da queda... Aliás, agora tenho vindo a notar que se ela cair enquanto eu estou por perto, chora. Se estiver sozinha ou com o pai, não chora... Já a traumatizei! Ou mimei.
De resto, tem andado a fazer um gesto esquisito com a mão direita...
Como se quisesse agarrar as coisas imaginárias.
Abre e fecha a mão vezes sem conta... É estranho.
Tentei apalpar o bracinho e ver se lhe dói, mas não se queixa. Também não tem dificuldades em agarrar o que seja com essa mão. E não está inchada, não tem nada... Será um vício?! Weird... And worrying.
See you soon,
Mi♥
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Mudanças da maternidade #2
Passámos mesmo ao lado de Dachau, ao irmos para Munique.
Se eu fosse a mesma do passado, obcecada por tudo quanto é relacionado com a Segunda Guerra Mundial, aquela cujos alguns livros preferidos sao "O diário de Anne Frank" (o primeiro livro que li "à séria") ou "Até ao Fim" de Traudl Junge, "Despojos de Berlim", "A Ilha na Rua dos Pássaros" e outros, teria fincado o pé para irmos ver o campo de concentração dali.
O primeiro campo de concentração aberto pelos nazis na Alemanha. Um dos mais importantes, maiores, onde até a realeza foi emprisionada, que serviu como modelo para todos os outros campos. Onde se mataram mais de 30.000 pessoas...
O meu lema sempre foi "lembrar para não esquecer". Até agora.
Agora que tenho esta criatura de 70 e poucos centímetros ao meu colo, tão vulnerável, tão frágil... E penso que poderia ter sido uma das criaturas de 70 e poucos centímetros que foram arrancadas dos braços de outras mães... Para nunca mais voltarem.
E para quê sujeitar-me a essa dor, a dor dos outros? Antes pensava que seria abnegação, "o mínimo que podiamos fazer para os lembrar e saudar", sentir aquilo que os outros sentiram para que nunca se desvalorizasse o sofrimento.
Agora não, resta-me saber e respeitar. E não, nunca esquecer.
Mas não sentir. Sentir é simplesmente insuportável...
Se eu fosse a mesma do passado, obcecada por tudo quanto é relacionado com a Segunda Guerra Mundial, aquela cujos alguns livros preferidos sao "O diário de Anne Frank" (o primeiro livro que li "à séria") ou "Até ao Fim" de Traudl Junge, "Despojos de Berlim", "A Ilha na Rua dos Pássaros" e outros, teria fincado o pé para irmos ver o campo de concentração dali.
O primeiro campo de concentração aberto pelos nazis na Alemanha. Um dos mais importantes, maiores, onde até a realeza foi emprisionada, que serviu como modelo para todos os outros campos. Onde se mataram mais de 30.000 pessoas...
O meu lema sempre foi "lembrar para não esquecer". Até agora.
Agora que tenho esta criatura de 70 e poucos centímetros ao meu colo, tão vulnerável, tão frágil... E penso que poderia ter sido uma das criaturas de 70 e poucos centímetros que foram arrancadas dos braços de outras mães... Para nunca mais voltarem.
E para quê sujeitar-me a essa dor, a dor dos outros? Antes pensava que seria abnegação, "o mínimo que podiamos fazer para os lembrar e saudar", sentir aquilo que os outros sentiram para que nunca se desvalorizasse o sofrimento.
Agora não, resta-me saber e respeitar. E não, nunca esquecer.
Mas não sentir. Sentir é simplesmente insuportável...
Rescaldo das férias
É díficil voltar à "normalidade" (afinal, quem foi que definiu como normal trabalhar o dia todo, estarmos 5 dias por semana, 8horas por dia longe das pessoas que mais gostamos?).
Para nós tem sido especialmente difícil. A inércia e a resistência a pensar que estas duas semanas já findaram, levam-nos a não ter descarregado as fotos, e a nem sequer termos desfeito as malas! Yes, it's true... I'm the laziest person alive!
E o que se pode dizer destas semanas?! Best. Holidays. EVER!
Vou tentar contar os nossos dias um por um, como uma fotoreportagem. É uma óptima maneira de ficar com as recordações destes dias para sempre! Já sei que não vou conseguir contar tudo, todas as risadas, todos os momentos, todos os suspiros - o meu cerebro já não é a mesma coisa - mas pelo menos algo há-de permanecer aqui.
Para já, algumas constatações:
1. Bruxelas é a pior cidade para se viver... É a mais suja, é a mais cara, é a mais desorganizada, é a mais cinzenta. Nunca me custou tanto chegar a "casa" depois das férias... Sim, porque sabe (ou sabia) sempre bem voltar a casa, à nossa cidadezinha à beira-mar, com os nossos restaurantes preferidos, o nosso cinemazinho, o nosso cafézinho. Mas a única coisa que me soube bem foi abrir a porta do nosso apartamento aqui. É o único sítio a que chamo verdadeiramente "lar". Tudo o resto, é transitório.
2. Não se pode ir a Veneza com uma criança. Vá uma criança que ainda esteja dependente dum carrinho de bebé. Tinhamos duas opções: ou andavamos com a M. todo o dia no sling ou arcávamos com o carrinho o dia todo. Optámos por arcar com o carrinho. O que não sabiamos nós era a quantidade de pontes e pontezinhas que existem em Veneza! Para onde quer que nos viremos, cada 50m que andemos, ali estão elas! E nós, sempre a carregar com o carrinho... Ao final do dia já só queriamos ficar a viver em Veneza, numa qualquer ilhota, para não termos que atravessar mais nenhuma ponte!
3. Ir de carro com uma bebé de 11 meses é fazível, mas os pais têm que estar preparados para trocar os Muse, Linkin Park, Audioslave, Korn (mais o pai), Pink, 30 Seconds to Mars entre muitos outros por Galinha Pintadinha, Pedro, As Músicas da Carochinha, Happy Feet, Bambi, Músicas da Disneyland, e outros afins. Ah! E sons dos brinquedos da quinta.
4. As miúdas loiras não são as mais bonitas. O hotel estava cheio de casais com filhos entre os 2-5 anos. Todos alemães ou austríacos. Daí que a M. era a única menina mais morena (e ela nem é nada morena, é mais como o pai, um loiro acastanhado e pele branquinha). Todas as meninas e meninos tinham aquele cabelo branco-amarelado e uma pele que, apesar de estar vermelha como uma lagosta, deveria ser branca.
Não era por isso que eram mais bonitas. Pareciam todas iguais. O cabelo esbranquiçado dá-lhes um aspecto estranho quando conjugado com aquela pele "bronzeada", para não dizer torrada mesmo! Isto pode e vai mesmo parecer suspeito (mas quem me conhece sabe bem que não sou o tipo de mãe a'-inha-filha-é-a-mais-bonita-de-todas-porque-é-a-minha-filha, muito pelo contrário! Até fui apelidade de crazy person por a ter apelidado de Dumbinha, à conta das suas orelhitas - é a minha Dumbinha que eu amo!) mas a M. era MESMO o bebé mais bonito in the zone... ;-)
5. Ir de férias com uma criança/bebé é difícil. Custa ter que andar sempre a empurrar o carrinho (ou levá-lo às costas), custa ter que parar de 3 em 3h para lhe dar comida, custa ter que andar a inventar sítios para trocar-lhes a fralda (especialmente numa fase em que eles não estão quietos 1segundo e tentam sempre virar-se durante a muda!), custa não poder visitar alguns monumentos porque é difícil entrar com crianças, ou não temos onde deixar o carrinho.
6. Ir de férias com uma criança/bebé é a melhor coisa do mundo! São os miminhos de manhã, são os colinhos durante todo o dia, são as sestas a três, são as nadadelas e os "chap chap", são os bikinis e fatos de banho em miniatura, são vê-los tão felizes por estarmos todos juntos, todos os dias, todo o dia, são as gargalhadas, são os jogos do "esconde esconde" e do "vou-te apanhar" durante horas, são os pés na areia (e boca também!), são os inúmeros momentos de felicidade pura.
É amá-los e ser amados ainda mais!
Ficam algumas fotos (as únicas que tenho no tlm, daí a péssima qualidade).
See you soon,
Mi ♥
Para nós tem sido especialmente difícil. A inércia e a resistência a pensar que estas duas semanas já findaram, levam-nos a não ter descarregado as fotos, e a nem sequer termos desfeito as malas! Yes, it's true... I'm the laziest person alive!
E o que se pode dizer destas semanas?! Best. Holidays. EVER!
Vou tentar contar os nossos dias um por um, como uma fotoreportagem. É uma óptima maneira de ficar com as recordações destes dias para sempre! Já sei que não vou conseguir contar tudo, todas as risadas, todos os momentos, todos os suspiros - o meu cerebro já não é a mesma coisa - mas pelo menos algo há-de permanecer aqui.
Para já, algumas constatações:
1. Bruxelas é a pior cidade para se viver... É a mais suja, é a mais cara, é a mais desorganizada, é a mais cinzenta. Nunca me custou tanto chegar a "casa" depois das férias... Sim, porque sabe (ou sabia) sempre bem voltar a casa, à nossa cidadezinha à beira-mar, com os nossos restaurantes preferidos, o nosso cinemazinho, o nosso cafézinho. Mas a única coisa que me soube bem foi abrir a porta do nosso apartamento aqui. É o único sítio a que chamo verdadeiramente "lar". Tudo o resto, é transitório.
2. Não se pode ir a Veneza com uma criança. Vá uma criança que ainda esteja dependente dum carrinho de bebé. Tinhamos duas opções: ou andavamos com a M. todo o dia no sling ou arcávamos com o carrinho o dia todo. Optámos por arcar com o carrinho. O que não sabiamos nós era a quantidade de pontes e pontezinhas que existem em Veneza! Para onde quer que nos viremos, cada 50m que andemos, ali estão elas! E nós, sempre a carregar com o carrinho... Ao final do dia já só queriamos ficar a viver em Veneza, numa qualquer ilhota, para não termos que atravessar mais nenhuma ponte!
3. Ir de carro com uma bebé de 11 meses é fazível, mas os pais têm que estar preparados para trocar os Muse, Linkin Park, Audioslave, Korn (mais o pai), Pink, 30 Seconds to Mars entre muitos outros por Galinha Pintadinha, Pedro, As Músicas da Carochinha, Happy Feet, Bambi, Músicas da Disneyland, e outros afins. Ah! E sons dos brinquedos da quinta.
4. As miúdas loiras não são as mais bonitas. O hotel estava cheio de casais com filhos entre os 2-5 anos. Todos alemães ou austríacos. Daí que a M. era a única menina mais morena (e ela nem é nada morena, é mais como o pai, um loiro acastanhado e pele branquinha). Todas as meninas e meninos tinham aquele cabelo branco-amarelado e uma pele que, apesar de estar vermelha como uma lagosta, deveria ser branca.
Não era por isso que eram mais bonitas. Pareciam todas iguais. O cabelo esbranquiçado dá-lhes um aspecto estranho quando conjugado com aquela pele "bronzeada", para não dizer torrada mesmo! Isto pode e vai mesmo parecer suspeito (mas quem me conhece sabe bem que não sou o tipo de mãe a'-inha-filha-é-a-mais-bonita-de-todas-porque-é-a-minha-filha, muito pelo contrário! Até fui apelidade de crazy person por a ter apelidado de Dumbinha, à conta das suas orelhitas - é a minha Dumbinha que eu amo!) mas a M. era MESMO o bebé mais bonito in the zone... ;-)
5. Ir de férias com uma criança/bebé é difícil. Custa ter que andar sempre a empurrar o carrinho (ou levá-lo às costas), custa ter que parar de 3 em 3h para lhe dar comida, custa ter que andar a inventar sítios para trocar-lhes a fralda (especialmente numa fase em que eles não estão quietos 1segundo e tentam sempre virar-se durante a muda!), custa não poder visitar alguns monumentos porque é difícil entrar com crianças, ou não temos onde deixar o carrinho.
6. Ir de férias com uma criança/bebé é a melhor coisa do mundo! São os miminhos de manhã, são os colinhos durante todo o dia, são as sestas a três, são as nadadelas e os "chap chap", são os bikinis e fatos de banho em miniatura, são vê-los tão felizes por estarmos todos juntos, todos os dias, todo o dia, são as gargalhadas, são os jogos do "esconde esconde" e do "vou-te apanhar" durante horas, são os pés na areia (e boca também!), são os inúmeros momentos de felicidade pura.
É amá-los e ser amados ainda mais!
Ficam algumas fotos (as únicas que tenho no tlm, daí a péssima qualidade).
See you soon,
Mi ♥
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