sexta-feira, 22 de março de 2013
Merkel, Merkel...
Democracia? Onde? Quando se fazem ultimatos a países "do mesmo Euro"?
E quem é a troika afinal?
"Os deputados avançaram que a chanceler alemã criticou a ausência de comunicação e contactos durante vários dias entre Nicósia e a troika, composta pela Comissão Europeia, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Central Europeu (BCE), sobre as alternativas das autoridades cipriotas para evitar a bancarrota no país."
Não se vê aqui escrito Alemanha, pois não!?
Ora então porque os "porta-vozes" da troika são a Merkel, o ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble e o ministro dos Assuntos Exteriores, Guido Westerwelle???
Hmmmmm....
E quem é a troika afinal?
"Os deputados avançaram que a chanceler alemã criticou a ausência de comunicação e contactos durante vários dias entre Nicósia e a troika, composta pela Comissão Europeia, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Central Europeu (BCE), sobre as alternativas das autoridades cipriotas para evitar a bancarrota no país."
Não se vê aqui escrito Alemanha, pois não!?
Ora então porque os "porta-vozes" da troika são a Merkel, o ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble e o ministro dos Assuntos Exteriores, Guido Westerwelle???
Hmmmmm....
Mi is lucky
Oiço isto muitas vezes.
Dos meus amigos, da família e, principalmente, dos meus colegas.
Eu nunca me senti assim, como sendo "a sortuda".
Não. Eu era a "maluca", a "que devia estar grávida, de certeza abosulta", a "weirdo", a "nova demais para casar", a "que pertence a algum culto esquisito, sem dúvida", a "doente terminal, só isso explica o motivo de casar tão jovem", a "patética", a "burra", a "estúpida", a "ignorante" e tantos outros nomes bonitos que fui ouvindo, aqui e ali, por tomar esta decisão tão jovem.
O nosso casamento aos 20 anos, a meio duma licenciatura, estava destinado ao fracasso.
Mas fui feliz. Fui muito, muito, muito feliz. E sou, somos, muito muito muito felizes.
Sem fachadas, sem perfeições, sem pretensões a nada, sem corações cor-de-rosa e nicknames fofinhos. Somos felizes quando nos chateamos e somos felizes quando estamos bem.
Nunca me arrependi desta decisão. E é engraçado, porque não conheço pessoa mais indecisa do que eu, mas esta decisão foi fácil, fácil...
E definitiva. E acertada.
E hoje sou conhecida como "a sortuda", a "invejada", a "que fez a escolha certa", a "que tem a vida perfeita". Isto dito por colegas de 30/40 anos, que "viveram a vida" e olham para trás sem se lembrar de nada em especial. Hoje arrependem-se de não ter sido mais "burros", mais "ignorantes", mais "patéticos" porque almejam a vida desses.
E também eu me sinto a feliz, a que tem a vida perfeita, um marido que amo, e é o meu melhor amigo, um trabalho que nem gosto nem desgosto (porque basicamente era tudo muito lindo no início, mas agora é uma grande seca) mas que me permite ter uma vida folgada e dedicar-me àquilo que me vou lembrar daqui a 30, 40, 50 anos: o sorriso dele, os abraços dele nas manhãs perguiçosas, andarmos de mãos dadas ao final do dia, os fins de tarde a três, os risos sem nexo sobre coisas parvas, os jantares sempre juntos, as noites de aconchego e conchinha, os beijos sempre longos e prolongados, as conversas sérias sobre o passado e o futuro, as borboletas no meu estômago quando me diz aquelas coisas que só ele sabe...
E agora posso ter tudo isto a dobrar. Um amor a dobrar.
Yep, Mi is lucky!
Dos meus amigos, da família e, principalmente, dos meus colegas.
Eu nunca me senti assim, como sendo "a sortuda".
Não. Eu era a "maluca", a "que devia estar grávida, de certeza abosulta", a "weirdo", a "nova demais para casar", a "que pertence a algum culto esquisito, sem dúvida", a "doente terminal, só isso explica o motivo de casar tão jovem", a "patética", a "burra", a "estúpida", a "ignorante" e tantos outros nomes bonitos que fui ouvindo, aqui e ali, por tomar esta decisão tão jovem.
O nosso casamento aos 20 anos, a meio duma licenciatura, estava destinado ao fracasso.
Mas fui feliz. Fui muito, muito, muito feliz. E sou, somos, muito muito muito felizes.
Sem fachadas, sem perfeições, sem pretensões a nada, sem corações cor-de-rosa e nicknames fofinhos. Somos felizes quando nos chateamos e somos felizes quando estamos bem.
Nunca me arrependi desta decisão. E é engraçado, porque não conheço pessoa mais indecisa do que eu, mas esta decisão foi fácil, fácil...
E definitiva. E acertada.
E hoje sou conhecida como "a sortuda", a "invejada", a "que fez a escolha certa", a "que tem a vida perfeita". Isto dito por colegas de 30/40 anos, que "viveram a vida" e olham para trás sem se lembrar de nada em especial. Hoje arrependem-se de não ter sido mais "burros", mais "ignorantes", mais "patéticos" porque almejam a vida desses.
E também eu me sinto a feliz, a que tem a vida perfeita, um marido que amo, e é o meu melhor amigo, um trabalho que nem gosto nem desgosto (porque basicamente era tudo muito lindo no início, mas agora é uma grande seca) mas que me permite ter uma vida folgada e dedicar-me àquilo que me vou lembrar daqui a 30, 40, 50 anos: o sorriso dele, os abraços dele nas manhãs perguiçosas, andarmos de mãos dadas ao final do dia, os fins de tarde a três, os risos sem nexo sobre coisas parvas, os jantares sempre juntos, as noites de aconchego e conchinha, os beijos sempre longos e prolongados, as conversas sérias sobre o passado e o futuro, as borboletas no meu estômago quando me diz aquelas coisas que só ele sabe...
E agora posso ter tudo isto a dobrar. Um amor a dobrar.
Yep, Mi is lucky!
Beyoncé e H&M
Eu já gosto da H&M (que, tenho de admitir, só descobri depois de nos mudarmos para aqui, porque lá na cidadezinha não há... Ah! Vai agora abrir uma. uhuh), gosto das cores, gosto dos cortes, dos tecidos, e gosto, muito, do preço acessível. Faz o meu estilo.
E se a diva do pop (independentemente de gostar ou não da música dela [não é o meu favorito, mas oiço dependendo do contexto], há que se admitir que a mulher é uma diva, pah! Goxtosona.) agora assina por baixo, estou aqui assim a roer as unhas para ver o que aí vem!
Claro que, sendo a colecção de Verão, só a usarei em duas situações: de férias e, de férias.
Damn it Belgian weather!!! (gritinho imitado daqui)
quinta-feira, 21 de março de 2013
Dele #1
Intro: Já preciso de óculos desde os 15 anos. Mas são raras as vezes que alguém me viu com óculos. Óculos eram sempre substituídos por lentes mas finalmente encontrei um par de que gosto e tenho usado bastante.
Eu: Gostas de me ver com óculos?
Ele: Sim.
Eu: Gostas mais de me ver com óculos ou sem óculos?
Ele: Nua.
...
...
...
Elogios masculinos.
Eu: Gostas de me ver com óculos?
Ele: Sim.
Eu: Gostas mais de me ver com óculos ou sem óculos?
Ele: Nua.
...
...
...
Elogios masculinos.
Uma mentira dita muitas vezes não a torna verdade.
José Sócrates vai voltar a Portugal (supostamente, o próprio ainda não admitiu o regresso) como comentador da RTP.
Quanto a isto, nada a comentar. Sinceramente, não me aquece nem arrefece quem dá bitaites sobre o que for.
Mas José Sócrates é nomeado, sistematicamente como o grande culpado pelo estado em que Portugal se encontra. E isto já me revolta.
Não me revolta porque achei uma grande injustiça e "ai coitadinho do Sócrates que é um pobrezinho e não ganhou nada à conta do povo português". Desengane-se quem pensa que algum deles é melhor do que o outro.
Mas este homem foi acusado de tudo e mais alguma coisa (a maioria que ficou sem se provar), atacaram a sua idoneidade, a sua vida pessoal, o seu carácter, a sua motivação, tudo e tudo e tudo.
Em vez de procurarem os verdadeiros culpados da crise (a entrada no Euro [e não na União Europeia, que são duas coisas bem distintas], por exemplo, ou a nova ditadura hitleriana da Merkel) culpam alguém que até foi melhor do que tantos outros (lembro-vos por exemplo do meu querido amigo Durão que simplesmente "abandonou" o país).
Sim, porque então o Sócrates deve ter ido governar a Islândia, a Grécia, a Espanha, a Itália, o Chipre, tudo em secreto, enquando governava Portugal! É que os problemas, as soluções, a austeridade, a retórica, as desculpas, são as mesmíssimas!!! E também o interesse é o mesmo.
O Sócrates não é, nem devia ser o bode expiatório duma Europa interesseira e desigual. Com esta retórica e argumentação é que o nosso PR, agora defunto, tomou as atitudes que tomou e colocou no poleiro estes que tomam estas medidas de austeridade. Medidas essas que diziam (quando a ânsia de ganhar eleições era mais forte) serem desmedidas, incomportáveis e impraticáveis! Ah ah
Porque realmente o PECIV era bem pior do que o que foi decidido até agora, não era!?
A culpa não é da dívida pública. E "as dívidas gerem-se" sim, como todos os países fazem. A culpa é da ambição desmedida e do desejo de destruir alguns Estados Membros e tomar posse "dos países mais endividados" porque, afinal, "tudo o que é do Estado é mau e tudo o que é privado é bom". E adivinhem que está a comprar Portugal?
Não, não sou PS, nem PSD, nem de nenhum. Não tenho afiliação política, não tenho preferência por nenhuma "cor", nem me interesso mínimamente nos partidos em si. Só gosto do meu País, vivo no centro da Europa, trabalho no sítio onde estes assuntos são discutidos e decididos, oiço vozes sábias sobre estes assuntos e não as mentiras que os media e outros fazem passar. E não, não gosto particularmente do Sócrates. Mas também não aprecio coelho.
Quanto a isto, nada a comentar. Sinceramente, não me aquece nem arrefece quem dá bitaites sobre o que for.
Mas José Sócrates é nomeado, sistematicamente como o grande culpado pelo estado em que Portugal se encontra. E isto já me revolta.
Não me revolta porque achei uma grande injustiça e "ai coitadinho do Sócrates que é um pobrezinho e não ganhou nada à conta do povo português". Desengane-se quem pensa que algum deles é melhor do que o outro.
Mas este homem foi acusado de tudo e mais alguma coisa (a maioria que ficou sem se provar), atacaram a sua idoneidade, a sua vida pessoal, o seu carácter, a sua motivação, tudo e tudo e tudo.
Em vez de procurarem os verdadeiros culpados da crise (a entrada no Euro [e não na União Europeia, que são duas coisas bem distintas], por exemplo, ou a
Sim, porque então o Sócrates deve ter ido governar a Islândia, a Grécia, a Espanha, a Itália, o Chipre, tudo em secreto, enquando governava Portugal! É que os problemas, as soluções, a austeridade, a retórica, as desculpas, são as mesmíssimas!!! E também o interesse é o mesmo.
O Sócrates não é, nem devia ser o bode expiatório duma Europa interesseira e desigual. Com esta retórica e argumentação é que o nosso PR, agora defunto, tomou as atitudes que tomou e colocou no poleiro estes que tomam estas medidas de austeridade. Medidas essas que diziam (quando a ânsia de ganhar eleições era mais forte) serem desmedidas, incomportáveis e impraticáveis! Ah ah
Porque realmente o PECIV era bem pior do que o que foi decidido até agora, não era!?
A culpa não é da dívida pública. E "as dívidas gerem-se" sim, como todos os países fazem. A culpa é da ambição desmedida e do desejo de destruir alguns Estados Membros e tomar posse "dos países mais endividados" porque, afinal, "tudo o que é do Estado é mau e tudo o que é privado é bom". E adivinhem que está a comprar Portugal?
Não, não sou PS, nem PSD, nem de nenhum. Não tenho afiliação política, não tenho preferência por nenhuma "cor", nem me interesso mínimamente nos partidos em si. Só gosto do meu País, vivo no centro da Europa, trabalho no sítio onde estes assuntos são discutidos e decididos, oiço vozes sábias sobre estes assuntos e não as mentiras que os media e outros fazem passar. E não, não gosto particularmente do Sócrates. Mas também não aprecio coelho.
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